O que deu para entender do último capítulo de "Filosofia da Caixa Preta" foi que o autor, Vilém Flusser, se dedica a mostrar para o leitor a necessidade e a urgência de criar uma filosogia fotográfica, para que o homem possa voltar a comandar o ato de fotografar. Ele apresenta teorias que regem o universo fotográfico, dizendo que é preciso que essa filosofia liberte o fotógrafo das imposições da indústria fotográfica. Quando Flusser afirma que a tecnologia tem enfraquecido a capacidade de pensar do homem, eu creio que ele está completamente certo nisso, porém a tecnologia faz com que, ao meu ver, o homem e a sociedade evoluam cada vez mais. Quanto mais facilidade temos para realizar os trabalhos, mais nos acomodamos e nos alienamos, deixando a tecnologia comandar nossas vidas. Assim, ele termina seu livro, explicando que uma filosofia da fotografia serviria como agente libertador do homem de um mundo programado, no qual se encontra preso à regras e obrigações. Ao final do livro eu posso falar que concordo em QUASE tudo que o autor fala. Acho que as novas tecnologias estão ae para serem usadas, o que precisamos é saber como elas funcionam e não apenas deixar ser guiados por ela. Por exemplo, na área de video digital as evoluções tecnologicas nas últimas três décadas foram essenciais para que a arte de editar videos pude-se chegar as massas, antigamente além de muito mais dificil era muito mais caro para realizar tais coisas que hoje estão muito mais simples.
let it be
Há 13 anos
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